1 – A Bíblia (parte I):

Responda: De onde você obtém respostas para suas dúvidas e necessidades espirituais?

Sua resposta: ____________________________________________________________

 

            Atualmente você dispõe de diversos meios para suas consultas, mas certamente o verdadeiro cristão não pode deixar de considerar a Bíblia Sagrada como a Palavra Revelada de DEUS através de Jesus aos seus profetas... Na realidade devemos nos apegar “à Bíblia, e à Bíblia somente”.

         “Antes que Adão pecasse, Deus falava com ele diariamente; mas após sua transgressão, este se separou do Criador... Mas o Senhor abriu um caminho pelo qual a Sua criação poderia ter uma ligação com o Céu: O Espírito Santo! E desde então a Sua luz tem sido comunicado ao mundo através do Seu Espírito – porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo (II Pedro 1:21). Durante os primeiros 2.500 anos da história da humanidade não houve revelação escrita... Estas passavam de pai para filho, oralmente; até que então Deus preparou Moisés, o grande historiador da criação e da lei e então durante 1.600 anos – até João – as mais sublimes verdades foram incorporadas à Sua Palavra, a Bíblia ...”

         “A Bíblia aponta a Deus como seu autor, embora tenha sido escrita por mãos humanas... O Ser Infinito, por meio do Seu Santo Espírito , derramou luz no entendimento e coração de Seus servos. Deu sonhos e visões, símbolos e figuras; e àqueles a quem a verdade foi assim revelada, concretizaram os pensamentos em linguagem humana...”

“As Santas Escrituras, devem portanto, ser aceita como autorizada e infalível revelação de Sua vontade: Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra (II Tim. 3:16e17)”

E a própria Bíblia faz menção de profetas de épocas que viriam após os seus escritos finais e que portanto, nela não seriam registrados, e que deveriam continuar a sua obra; pois o próprio Jesus prometeu: O Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, este vos ensinará  todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenha dito. Ele vos guiará a toda verdade... e vos anunciará as coisas que hão de vir – João 14:26; 16:13. E Jesus disse mais: Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos – Mateus 28:20. E mesmo assim, houve época em que a Bíblia era considerada um livro proibido afinal Satanás sabe que o Salvador resistiu às suas tentações dizendo: “Está escrito” (Mat. 4:4); e cuidou para que a “igreja desvirtuada” proibisse a leitura do Livro Sagrado, o qual, ele bem conhece (Mat. 4:6).

         Durante séculos a circulação da Bíblia foi proibida pela igreja de Roma. Os sacerdotes a interpretavam conforme os seus desejos pessoais (mesmo nos dias de hoje o Príncipe deste Mundo,  continua usando esta tática). “A discórdia e a divisão entre as igrejas – diversas denominações – são em grande parte devidas ao costume de torcer as Escrituras a fim de apoiar uma teoria favorita”.

Com o intuito  de sustentar doutrinas errôneas, alguns apanham passagens das Escrituras  separadas do contexto, citando talvez a metade de um versículo como prova de seu ponto de vista, quando a parte restante – do versículo ou capítulo – mostraria ser exatamente contrário o sentido... Outros lançam mão de figuras e símbolos, interpretam-nos a seu bel-prazer, tendo em pouca conta o Testemunho das Escrituras como o seu próprio interprete, e então apresentam suas fantasias – “sonhos” – como ensinos da Bíblia (Mat. 4:7).

         Cumpriam-se assim as Escrituras: Cristo não virá sem que primeiro venha a apostasia, e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se  levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de  assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus e completando: o ministério da iniqüidade já opera – II Tes 2:3,4e7. Paulo estava falando sobre os perigos do papado (o anticristo) que pouco a pouco desvirtuou a Igreja de Cristo e tornou-se o “Vigário de Deus na Terra”.

         Assim como Satanás tentou a Cristo e teve como resposta: Ao Senhor Teu Deus, adorarás e só a Ele darás culto – Luc. 4:8; Deus jamais delegou poderes a algum homem como cabeça de Sua Igreja. E para não serem desmascarados, proibia; e, mais recentemente não incentivando a leitura da Bíblia pelos seus fiéis – ex: missas prontas e responsivas – continua a se ocultar...

         No auge da proibição ao acesso à Bíblia, ela foi “até mesmo” abolida na França, cumprindo-se assim a profecia: Darei à minha duas testemunhas (Velho e Novo Testamento) que profetizem por mil, duzentos e sessenta dias (de 538 d.C. a 1.798 d.C. – supremacia papal) vestidas de panos de saco (o povo cristão perseguido, escondia-se nas cavernas e montanhas)... Quando tiverem, então concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas e a vencerá e a matará (1.793 – a Assembléia Legislativa Francesa negou a existência do Criador, elegendo então, uma atriz para representar e ser adorada, a “Deusa da Razão”)... e os seus cadáveres ficarão esticados na praça da grande cidade (fogueiras de bíblias foram feitas em Paris); milhares foram mortos simplesmente por serem “apontados” como sendo cristãos... Então, muitos dentre os povos, as tribos, as línguas e as nações contemplaram os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio (dias proféticos= anos), e não permitem que esses cadáveres sejam sepultados. Mas depois... um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetram e eles se ergueram sobre seus pés – Apoc. 11:2a11

         “A transgressão de uma Lei justa e reta deve resultar em ruína... A Terra se encheu de crimes... A França foi abalada como que por um terremoto. Leis, ordem social, família, Estado, Igreja – Tudo foi derribado pela mão ímpia que se insurgiu contra a Lei de Deus...”

         Três anos e meio – exatamente conforme a profecia bíblica – os Franceses aboliram este decreto. Estavam reconhecendo assim, a necessidade de Deus e de Sua Palavra – a Bíblia. Neste período (1.798), Napoleão, juntamente com seu exército, entrou em Roma e prendeu o Papa que morreu no exílio. Sendo eleito outro; o poder papal, nunca mais voltou a ter a supremacia de antes... Desde então “as duas testemunhas” têm sido espalhadas por todo o mundo, traduzida em centenas de línguas e dialetos.

 

Obs: Os textos entre aspas são referencias do livro “O Grande Conflito” de Ellen G. White. Se você  quer saber mais ou receber a segunda parte deste estudo, ligue 259-7083.

CONTINUA!

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